NGE - New Generation Exchange >>> USA Arizona para >>> Brasil - São Paulo Julho de 2006
   
 

Aconteceu em julho a vinda do grupo do NGE - Arizona ao Brasil, em contrapartida ao Intercâmbio de Novas Gerações (NGE - New Generation Exchange) pioneiro no distrito, e que esteve no Arizona em maio de 2006, liderado pela rotariana Ligeia Stivanin.

Nancy Cassel (58) - bancária, rotariana, governadora assistente e ex-chairman distrital foi a team leader do grupo formado por: Katleryn Higgins - Katle , 23 anos, professora infantil com interesse em métodos de ensino para crianças e jovens e que já foi intercambista por ano aqui no Brasil, Sarah Harvell , 27 anos, fisioterapeuta com interesse em esportes, artes e David Schalm, 22 anos - professor (estudante de História) com interesse em novas culturas.

O grupo chegou ao Brasil no dia 06 de julho e embarcou de volta ao Arizona em 31 de julho.

Participaram de atividades culturais, profissionais, rotárias e turísticas nas cidades de São Paulo - ocasião em que visitaram o Governador Clóvis Tharcísio Prada - , Cotia, Barueri, Registro do distrito 4610 e Amparo, Bragança Paulista, Atibaia e Campinas do distrito 4590.

Visitaram também o Estado de Minas Gerais onde conheceram Andradas e Poços de Caldas. A finalização do intercâmbio aconteceu no Rio de Janeiro quando o grupo pode conhecer as belezas da cidade maravilhosa.

A rotariana Nancy Cassel pretende organizar um novo NGE daqui a dois anos.

 
NGE – Brasil – São Paulo >>> USA – Arizona em maio de 2006
 

O grupo formado por uma team leader rotariana e jornalista Ligeia Stivanin, do Rotary Club de Cotia - Granja Viana, e as jovens Juliana Martins, (Rotary Club de São Paulo Itaim), Roberta Páffaro, jornalista da TV Bandeirantes de Campinas ( Rotary Club de Campinas, distrito 4590) e Ticiana Magalhães, jornalista de radio( Rotary Club de Registro - Ouro, realizou o primeiro intercambio das Novas Gerações, no Arizona, no período de 25 de abril a 25 de maio de 2006.

O que representou esse intercâmbio na  profissão de vocês? “Fizemos muitas visitas.  Todas foram extremamente válidas e conseguimos perceber que apesar da distância, não estamos atrasados em tecnologia nem em modo de fazer jornalismo. Acho que até somos mais profissionais nessa parte, o que me deixou muito feliz. Tivemos a oportunidade de conhecer grandes veículos de comunicação do Arizona e também os pequenos o que deu para fazer um bom comparativo - em todas as áreas.  Todas as pessoas se mostraram super receptivas em nos mostrar as coisas, como funcionavam, respondendo perguntas além de ficarem empolgadas com a nossa visita, inclusive curiosos em como as coisas funcionam no Brasil”, comentou. Ticiana. “Adorei, embora algumas vezes me senti sobrecarregada com agenda tão lotada. Mas o que aprendi foi extremamente enriquecedor. Visitei locais turísticos maravilhosos, e fiz visitas vocacionais excelentes para minha profissão”, acrescentou. Juliana. “ Tudo contribuiu  de certa forma  para um crescimento pessoal e profissional. As visitas aos meios de comunicação, principalmente em tvs, onde eu atuo, me ajudaram a fazer comparações, ter novas idéias para serem implementadas no meu trabalho. Conversei  muito com repórteres e apresentadores.” finalizou Roberta.

E em relação ao Rotary?
“ O Rotary é forte em todo mundo mas, sem dúvida, onde ele é forte mesmo é nos EUA. Tivemos muito suporte todos os momentos e isso foi muito legal. Apesar da gente nem sempre saber qual seria o próximo passo, para onde iríamos, tínhamos a segurança de saber que alguma coisa boa iria acontecer no dia seguinte. E foi isso que aconteceu sempre. Os programas de Rotary, principalmente os de intercâmbio, têm uma importância ímpar. Uma missão de mudar o mundo. Como disse um dos nossos hospedeiros, se todos os jovens pudessem fazer intercâmbio, não haveria guerras no mundo. Só haveria amizade porque é todo mundo igual e o intercâmbio prova isso. Prova que todo mundo pode fazer amizades e conviver em paz” respondeu Ticiana.

E em relação ao grupo?
 “ O grupo foi perfeito. A melhor coisa que aconteceu e isso foi pura sorte. As meninas são demais e tenho certeza que desenvolvemos uma amizade eterna. A Ligeia também foi muito legal como team leader sabendo chamar atenção na hora certa, brincar e dar risada juntas e sendo muito profissional. Acredito que o fato de todas serem jornalistas, ajudou muito em tudo. Sem dúvida, o programa superou todas as minhas expectativas. O grupo foi perfeito. Cada uma de uma área. Todas super batalhadoras e com muita coisa para contar. O grupo foi formado quase que por acaso e cada uma chegou de uma forma diferente. Além de aprendermos sobre jornalismo nos EUA, aprendemos também como funciona em outras áreas e cidades no próprio Brasil. Sem duvida, fizemos contatos para a vida toda, concluiu Ticiana

“Tivemos um entrosamento muito bom. A team leader foi essencial para a tomada de decisões. Sempre justa, avaliava todos os lados e apontava o que era melhor para o grupo.  Conquistei novos amigos e não ha dinheiro que pague uma amizade” , comentou Roberta.

E o  programa no Arizona?
O programa no Arizona foi perfeito. Todo mundo se esforçou muito pra fazer o melhor para nós. Todos, nos EUA,  conquistaram a minha amizade e confiança.  De uma forma geral, todos fizeram um grande esforço para que este programa saísse da melhor maneira possível. E foi o que ocorreu”. Tiraram férias do trabalho, carregaram - nos para todo lado e não nos deixaram parar. Alguns dias, nem para almoçar! Mas a gente sabia que eles estavam fazendo de tudo para podermos aproveitar o máximo de tempo. Em Tucson, nem tivemos tempo de conhecer os pontos turísticos da cidade. Mas conhecemos pessoas Tudo aconteceu de uma forma maravilhosa. Como já disse, todos se empenharam em nos proporcionar momentos inesquecíveis. . Uma coisa legal foi ter tido a oportunidade de no final da viagem, ir para Las Vegas e Grand Canyon. Por nossa escolha. Fechou com chave de ouro”, declarou Ticiana.

E as famílias hospedeiras?
“Adorei todas as famílias hospedeiras. Todos sempre estiveram preocupados em me atender da melhor maneira possível, fazendo com que eu me sentisse de fato em casa, disse, Juliana.

“Todos foram muito solícitos e nos conduziram de uma cidade para outra sem reclamar, sem demonstrar nenhum tipo de insatisfação. Inclusive, nem reclamaram da quantidade de malas que a gente estava  levando”, finalizou Roberta.
 
       

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